Autor: ASCOM

Vigilância Ambiental inicia monitoramento com novo sistema de armadilhas para combater o Aedes aegypti em Cuité

O município de Cuité está entre as primeiras cidades da 4ª Região de Saúde da Paraíba a implantar o novo sistema de monitoramento entomológico por meio de armadilhas. A nova técnica, chamada de ‘ovitrampas’, é voltado à prevenção e ao controle do Aedes aegypti, mosquito transmissor de arboviroses como dengue, zika e chikungunya. A iniciativa […]

23/01/2026 17h32 Atualizado há 3 semanas atrás

O município de Cuité está entre as primeiras cidades da 4ª Região de Saúde da Paraíba a implantar o novo sistema de monitoramento entomológico por meio de armadilhas. A nova técnica, chamada de ‘ovitrampas’, é voltado à prevenção e ao controle do Aedes aegypti, mosquito transmissor de arboviroses como dengue, zika e chikungunya. A iniciativa está sendo executada pela Vigilância Ambiental de Cuité, por meio dos Agentes de Combate às Endemias.

De acordo com a coordenadora da Vigilância Ambiental de Cuité, Cíntia Santos, a implantação do método atende a uma orientação da Secretaria Estadual de Saúde, realizada em dezembro de 2025, direcionada aos municípios considerados prioritários. “Cuité está dando o pontapé inicial desse trabalho na 4ª Região de Saúde, ao lado de outros municípios, adotando um sistema moderno que permite avaliar o comportamento do vetor em tempo real”, explicou.

A secretária municipal de Saúde, Poliana Silva, destacou que a iniciativa fortalece as ações preventivas e amplia a capacidade de resposta do município. “Esse novo modelo de monitoramento nos permite agir de forma mais rápida e direcionada, priorizando as áreas mais vulneráveis. É uma estratégia importante para reduzir riscos e proteger a população”, afirmou.

Novo método – As ovitrampas são armadilhas utilizadas para identificar a presença do Aedes aegypti e mapear áreas com maior índice de infestação. A partir dos dados coletados, é possível mapear regiões com maior índice de infestação e planejar ações preventivas e educativas mais direcionadas. Embora o Aedes albopictus não seja comum na região, o sistema também possibilita a identificação de eventuais ocorrências da espécie.

 

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